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A conquista da felicidade

Posted in Bertrand Russell by maitê on December 1, 2008

Agosto.2008

A conquista da felicidade – Bertrand Russell

Sinopse:

Um ensaio sobre as causas da felicidade e da infelicidade, uma filosofia vivencial plena de sabedoria e bom-senso, em «The Conquest of Happiness», com tradução de José António Machado.

A felicidade depende, em parte, de condições interiores e, em parte de condições exteriores. Este livro trata somente das primeiras. Todas as pessoas que gozam de boa saúde e podem satisfazer plenamente as suas necessidades, deveriam ser felizes. Contudo, a felicidade é muito rara. Porquê?

Bertrand Russell, que é reconhecido como um dos espíritos mais esclarecidos do nosso tempo, propõe nesta sua obra a solução do problema e discute a forma de cada um encontrar em si próprio o caminho da felicidade. «A Conquista da Felicidade» é um livro saudável, cheio de sabedoria e de bom senso e foi acolhido em Portugal com êxito deveras lisongeiro como o demonstram as várias reedições que esta obra vem acumulando.


Em busca de perguntas com resposta ou de resposta a algumas das perguntas que me assolam, procuro na filosofia o caminho, pistas de análise do mundo que me rodeia. Por sugestão de um outro filósofo que não me conseguiu (a)perceber apesar de ter construído e interprestado a minha carta astral.

Analisam-se em primeiro lugar as causas para a infelicidade e, depois, profilacticamente, sugerem-se caminhos, pistas para quais as verdadeiras causas da felicidade.

Identifico com conhecimento próprio a melancolia byroniana, o espírito de competição, o aborrecimento e a agitação, a fadiga, a inveja, os sentimentos de culpa, a mania da perseguição e até mesmo o medo da opinião pública. Agradecida, leio, releio, sublinho a análise das (minhas) causas de infelicidade. Na expectativa, na esperança, que na segunda parte, reconheça de igual forma caminhos possíveis, prováveis, desejáveis para a minha própria conquista.

Sem sucesso. Nem o gosto de viver, nem a afeição, nem a família, nem o trabalho, nem os interesses impessoais, nem mesmo o esforço e a resignação me permitem construir o homem feliz, seguindo os ensinamentos do filósofo. Sem dúvida que são para mim bem mais reais as causas da infelicidade.

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